Com três casos de reação a assalto, especialistas alertam: bandidos não têm nada a perder

Era tarde de quinta-feira (10) e tudo corria bem no Mercado Esperança, comércio na região central de Batayporã. Quem foi até o local pela manhã nem podia imaginar que horas depois o lugar seria palco de um crime que por sorte, não se transformou em uma tragédia. Em uma motocicleta Honda Titan, dois assaltantes armados invadiram o mercado em minutos levaram com eles todo o dinheiro que havia sido conquistado em dias de árduo trabalho. A quantia estava em um malote que mais tarde seria depositada no banco.

Inconformado com a situação, a vítima do roubo não pensou. Agiu no instinto, pegou o automóvel, seguiu os criminosos e cerca de um quilômetro a frente, derrubou a dupla da moto. No entanto, o comerciante não contava com a ação de um comparsa que o surpreendeu. Três tiros foram dados, dois deles na barriga do microempresário que tentava defender seu patrimônio para não ficar no prejuízo.

Casos como o do comércio em Batayporã têm se tornado cada dia mais frequentes e se espalham por todos os municípios. A prova disso é que somente no primeiro semestre de 2018 a Polícia Civil de Campo Grande registrou quase dois mil assaltos na Capital. No último mês, a imprensa do estado noticiou três casos em que vítimas reagiram a ação de suspeitos. No entanto, a recomendação é ter cautela.

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