Crise e clima pós-eleição levam Azambuja a trocar secretariado

A crise econômica com a queda na arrecadação e as desavenças ocorridas por causa da eleição municipal estão forçando o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) a fazer uma “revolução” no seu secretariado. Pelo menos três secretários estaduais devem deixar o primeiro escalão do governo e ao menos uma pasta pode ser extinta. No mês passado, ele afirmou que encaminharia neste mês à Assembleia Legislativa, o projeto de lei da nova reforma administrativa.

“O corte de despesas e pessoal será inevitável”, relatou Azambuja ao falar anteontem, sobre a o enxugamento da máquina pública. Com 13 pastas, o governo cogita a possibilidade de extinguir a Secretaria de Direitos Humanos, Inclusão e Assistência Social que é chefiada pela vice-governadora Rose Modesto (PSDB) e candidatada derrotada na disputa pela Prefeitura de Campo Grande.

A exclusão de sua pasta também pode afetar seu cargo de secretária estadual. Há indícios de que Rose fique apenas com o cargo de vice de Azambuja.

A reportagem, de Tavane Ferraresi

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