Quem era ‘Fidelito’, filho de Fidel Castro que se suicidou em Cuba

Na academia, vários livros e inúmeros artigos publicados sobre ciência e educação. No governo de Cuba, passagens por cargos de liderança nem sempre bem-sucedidas.
Mas na ilha, Fidel Castro Díaz-Balart, o “Fidelito”, filho mais velho do ex-líder cubano, Fidel Castro, está sendo lembrado pelo governo como um homem que “obteve relevantes reconhecimentos nacionais e internacionais”. E entre seus admiradores, como alguém que “foi do povo”, dono de “uma modéstia impressionante”, além de “um grande trabalhador da ciência”, responsável por ajudar Cuba no desenvolvimento das ciências físicas e nucleares e da nanotecnologia.
“Fidelito” (algo como “Fidelzinho” em português) cometeu suicídio nesta quinta em Havana, segundo divulgaram os meios de comunicação oficiais do governo, hoje liderado por seu tio, Raúl Castro. Vice-presidente da Academia de Ciências e de assessor científico do Conselho de Estado, ele estaria em tratamento devido a um quadro de depressão.
A divulgação de sua morte nos meios de comunicação oficiais de Cuba gerou surpresa na ilha, onde a imprensa normalmente não detalha causas de mortes, principalmente em casos de suicídio – um ato que o governo considera desonroso.
A informação foi divulgada pela televisão estatal e pelo site oficial Cubadebate. De acordo com o material veiculado, Fidelito “vinha sendo atendido há vários meses por uma equipe médica, devido a um quadro de depressão profunda”.

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