Boa notícia: MS não tem internados pelo novo coronavírus em leitos públicos de UTI Números dizem respeito a UTIs públicas de internação

Uma boa notícia: Mato Grosso do Sul não tem nenhum paciente internado com coronavírus em leito de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) pública, conforme informou nesta sexta-feira (1º) o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende. O Estado tem a menor taxa de ocupação desses leitos do país frente à pandemia.

Nesta semana, dados mais recentes do Mapa Hospitalar de Mato Grosso do Sul mostraram que o Estado já conta com 1.031 leitos hospitalares, clínicos e de UTI para adultos e crianças, voltados a pacientes do novo coronavírus (Covid-19).

Ainda assim, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) ainda busca um aumento de 42% nesse montante, equivalente a 437 vagas em hospitais, diante da possibilidade de a pandemia registrar um grande aumento de casos no Estado. Até aqui, as taxas de ocupação dos hospitais com pacientes da doença são inferiores a 0,7%.

A ampliação de vagas coloca o Estado em situação confortável em relação a outras unidades da federação, nas quais a falta de leitos em hospitais desenha um cenário caótico: Amazonas, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro, por exemplo, sofrem com falta de locais para abrigar os pacientes de Covid-19.

Baixa ocupação e alta preocupação

Diferentemente destes Estados, porém, Mato Grosso do Sul mostra uma taxa de ocupação hospitalar baixíssima em relação ao novo coronavírus. A SES aponta que, dos 879 leitos clínicos públicos, apenas 5 tinham pacientes de Covid-19 (uma taxa de ocupação de 0,6%); e, em UTIs, havia uma internação para as 152 vagas (ocupação de 0,7%). Na rede privada, havia 4 pacientes em leitos clínicos e 3 em UTIs.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, frisou que, apesar da folga, o isolamento social segue como principal estratégia para evitar o aumento no número de casos. “O Exército do SUS precisa ser fortalecido e cada um precisa fazer sua parte, mantendo o isolamento social, as regras de higiene e os cuidados com os grupos de risco”, afirmou.