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Volta do colorido à Praça Bolívia é sinal de recomeço no Bairro Santa Fé

A imagem acima representa saudades! Mônica Ayca do Nascimento, de 45 anos, se abraçou em homenagem a Ingra Padilha, idealizadora da Praça da Bolívia, que morreu no ano passado, vítima do câncer. No retorno de hoje (12), foi difícil esconder a falta que a dançarina faz na organização do evento.

Mas as atrações artísticas e as barraquinhas espalhadas pelo lugar, com gastronomia e artesanato, também são felicidade, um sinal de que as coisas começam a voltar ao normal no Bairro Santa Fé, onde até a pandemia chegar, a feira era tradição de domingo.

Com os olhos marejados, Mônica fala da saudade. “Está sendo muito difícil fazer isso aqui sem ela. Cada pedaço parece que vejo ela presente. Se fosse por mim, eu não retornaria com as atividades, mas por ela, pela força que ela representava, estou aqui!”.

A feira retornou hoje (12) e o público fez questão de comparecer para prestigiar o trabalho artesanal dos feirantes. O salgado mais procurado por quem visita a praça, a saltenha, chegou faltar na barraca da Dona Luíza.

Pela primeira vez, em pouco mais de um ano, dona Creuza Martins Régis, de 76 anos e seu companheiro Moacir Eugênio Régis, de 77 anos, finalmente, conseguiram sair de casa para respirar o ar fresco e ver pessoas diferentes. Ano passado, no período do Natal, os dois ficaram internados por conta da covid. Mas felizmente, venceram a doença.

Campo Grande News